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Kit de Conversão Bike Elétrica: Instale em 30s e Suba Mais

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Em 2026, converter uma bicicleta comum em elétrica deixou de ser “projeto de oficina” e virou uma alternativa real para deslocamento urbano: há kits a partir de cerca de R$ 900 e opções mais avançadas passando de R$ 8.000, com grande variação de desempenho, autonomia e complexidade de instalação. Ao mesmo tempo, é um tema que exige atenção a compatibilidade (roda, freio, transmissão), segurança (fixação, cabos, torque arm) e às regras práticas usadas no Brasil para rodar como pedelec (250 W nominal e assistência até 25 km/h).

Neste guia, você vai comparar rapidamente os principais caminhos (Swytch, Boost/PikaBoost, CYC e kit genérico), entender os tipos de kit (hub dianteiro, hub traseiro, mid-drive e atrito), usar um checklist para comprar sem erro, estimar custo total instalado e calcular autonomia realista por Wh (sem promessa de marketing).

Importante alinhar expectativas: autonomia e desempenho variam muito com peso total, subidas, vento, calibragem dos pneus e nível de assistência. Por isso, aqui você vai ver faixas realistas e regras práticas (como consumo típico de 10 a 15 Wh/km) para decidir com mais segurança.

Kit de Conversão para Bicicleta Elétrica: Como Escolher, Quanto Custa e Melhores Opções

Kit de conversão para bicicleta elétrica é um conjunto (motor + bateria + controlador e comandos) que transforma sua bike em e-bike, mantendo quadro, guidão e boa parte dos componentes. O motor pode ficar no cubo da roda (hub dianteiro ou traseiro), no pedivela (mid-drive) ou em soluções alternativas como tração por atrito no pneu (caso do Boost/PikaBoost).

Em geral, faz mais sentido para uso urbano e deslocamento diário (commute), para encarar subidas moderadas, reduzir esforço com mochila/carga leve e “ganhar velocidade média” sem trocar de bicicleta. Em poucos minutos, você consegue entender qual tipo de kit combina com sua rota e qual faixa de bateria (Wh) dá conta do seu trajeto.

TL;DR (decisão rápida)

  • Melhor para iniciantes: Swytch (hub dianteiro leve) – foco em urbano/plano.
  • Melhor custo-benefício: kit universal/genérico (hub) – com ressalvas de qualidade e segurança.
  • Melhor performance/subidas: CYC (mid-drive, alto torque).
  • Melhor para instalação fácil/portabilidade: Boost/PikaBoost (atrito no pneu, sem trocar roda/pedivela).
  • Faixa típica de preço (kit) no Brasil em 2026: cerca de R$ 900 a R$ 8.000+ (total instalado pode ir de R$ 1.500 a R$ 12.000 conforme upgrades e mão de obra).
Kit Tipo Potência (faixa) Torque (se disponível) Bateria (faixa Wh) Instalação Uso ideal Para quem
Swytch Hub dianteiro 75 a 300 W ~10 Nm 90 a 360 Wh Fácil Urbano/plano Iniciante e commute leve, prioriza peso e praticidade
Boost (PikaBoost) Atrito (rolo no pneu) 250 a 500 W (pico) 20 a 30 Nm (estimativa por atrito) ~250 Wh Fácil Urbano e subida leve Quem quer algo portátil e rápido, sem mexer em roda/pedivela
CYC Mid-drive (motor central) 750 a 2000 W 100 a 160 Nm 500 a 1500 Wh Média Subida/trilha/carga Performance e terrenos exigentes, aceita manutenção e upgrades
Kit universal/genérico Hub traseiro (mais comum) 250 a 1000 W 30 a 80 Nm 360 a 960 Wh Difícil Budget geral Quer gastar menos e está disposto a checar compatibilidade e segurança

O kit PikaBoost é um dispositivo portátil que pode converter qualquer bicicleta normal, antiga ou nova, numa bicicleta elétrica. Foi desenvolvido pela empresa norte-americana Livall, e oferece fácil instalação sem necessidade de quaisquer ferramentas.

O kit de conversão elétrica para bicicletas vai adicionar um impulso elétrico, tornando mais fácil a sua deslocação. Inclui um motor de 250 watts e uma bateria de 234 watt/hora, assim como um alcance de 30km. O sistema regenerativo recupera automaticamente a energia à medida que se pedala em descida, para que se possa ir mais longe em cada carga.

O preço inicial do equipamento é de $299, cerca de R$1.600 na conversão de hoje (Novembro de 2022).

kit de conversão bicicleta elétrica

Vale a pena usar kit de conversão?

Um kit de conversão costuma valer a pena quando você já tem uma bicicleta “boa de base” (quadro confiável, rodas e transmissão em bom estado) e vai usar com frequência, principalmente no deslocamento urbano. Em 2026, com kits entre cerca de R$ 900 e R$ 8.000+ (fora instalação e upgrades), a conversão pode sair mais barata do que comprar uma e-bike nova, além de permitir aproveitar a bike que você já conhece.

Também faz sentido quando seu problema é específico: subidas do trajeto, vento contra, reduzir esforço em distâncias médias ou carregar uma mochila com mais conforto. Em uso diário, é comum buscar payback em meses quando a bicicleta substitui parte do gasto com transporte, especialmente em rotas de 20 km/dia (ida e volta) com economia recorrente.

Por outro lado, não compensa quando a bicicleta precisa de muitas correções antes de receber motor e bateria: freios fracos, rodas empenadas, quadro cansado e pneus ruins. Se você pretende uso pesado (carga grande, descidas longas, trilha com impacto) sem upgrades de freio e revisão de componentes, o risco aumenta e o custo total costuma “engolir” a vantagem do kit.

Kit vs e-bike pronta (resumo)

  • Kit: menor custo de entrada, aproveita sua bike, exige checagem de compatibilidade e pode pedir upgrades.
  • E-bike pronta: solução integrada, geralmente com melhor padronização e suporte, mas tende a custar mais.
  • Ponto decisivo: se sua bike é boa e você quer otimizar o deslocamento, a conversão costuma fazer sentido. Se sua bike é fraca e você teria que trocar muita coisa, e-bike pronta pode ser mais racional.

Tipos de kit de conversão (com exemplos)

Motor no cubo (hub) dianteiro

O hub dianteiro substitui a roda dianteira (ou o cubo) por uma roda motorizada. É um dos caminhos mais comuns para uso urbano porque costuma ter instalação mais simples do que um hub traseiro e não mexe na transmissão.

  • Prós: instalação tende a ser mais direta; bom para deslocamento urbano e terreno mais plano; geralmente exige menos ajustes na transmissão.
  • Contras: tração pior em piso molhado e em subida; torque menor; sensação de “puxar a frente” em algumas bikes.
  • Referência de eficiência (benchmark de mercado): cerca de 70% a 80%.

Exemplo típico dessa categoria é o Swytch: solução leve, voltada ao urbano, com bateria na faixa de 90 a 360 Wh e instalação indicada na faixa de 10 a 20 minutos (dependendo da bike e do kit).

Motor no cubo traseiro

O hub traseiro substitui a roda traseira (ou o cubo) por uma roda motorizada. Ele costuma entregar tração mais natural e segura do que o hub dianteiro, especialmente em arrancadas e piso molhado.

  • Prós: melhor tração; sensação mais parecida com “empurrar” a bike; bom para uso diário com algumas subidas.
  • Contras: instalação pode ficar mais chata por causa de cassete/catraca, alinhamento e compatibilidade com número de velocidades; pode exigir mais ajustes finos.
  • Referência de eficiência (benchmark de mercado): cerca de 80% a 85%.

Em kits universais/genéricos (muito comuns em marketplaces), a potência pode variar de 250 a 1000 W, com baterias frequentemente na faixa de 360 a 960 Wh, mas a qualidade e a compatibilidade variam bastante – é onde o checklist antes da compra mais faz diferença.

Motor central (mid-drive)

No mid-drive, o motor vai no pedivela e “aproveita” as marchas da bicicleta. Isso é o que mais muda o jogo em subidas: em vez de depender só do motor, você usa o conjunto motor + relação de marchas para manter torque e eficiência.

  • Prós: melhor desempenho em subida; melhor aproveitamento das marchas; referência de eficiência (benchmark de mercado) em torno de 85% a 90%; torque alto em kits de performance.
  • Contras: instalação média a difícil; exige mais da corrente/cassete e pode pedir upgrades; costuma ser mais caro.

O CYC é um exemplo conhecido nessa categoria, com faixa de 750 a 2000 W e torque de 100 a 160 Nm (depende do modelo), normalmente exigindo mais ferramentas e ajustes do que um hub simples.

Kits por atrito / soluções alternativas (se existir no acervo)

Além de hub e mid-drive, existe a solução por atrito (rolo no pneu), que tenta resolver um problema específico: eletrificar sem trocar roda nem mexer no pedivela. É o caso do Boost/PikaBoost, que encosta um rolo no pneu traseiro e transfere força por fricção.

  • Prós: instalação e remoção rápidas; interessante para quem não quer “mexer” na bike; tende a ser mais portátil.
  • Contras: eficiência menor (benchmark de mercado na faixa de 60% a 70%); pode aumentar desgaste do pneu; não é a melhor escolha para trilha pesada.

Em termos de números gerais usados na comparação, o Boost/PikaBoost costuma ser descrito com cerca de 250 Wh de bateria, peso em torno de 3 kg e potência de 250 a 500 W (pico), adequado para urbano e subida leve.

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Como escolher o kit certo (checklist)

Antes de olhar potência, confira compatibilidade. A maioria das frustrações com kit de conversão vem de detalhe físico: roda no tamanho errado, freio incompatível, cassete que não encaixa ou bateria mal posicionada no quadro.

  • Tamanho da roda: 26, 27,5, 29 ou 700c (em kit hub, precisa bater exatamente).
  • Tipo de freio: V-brake vs disco (confira encaixes, espaço e padrão).
  • Cassete/catraca (se for hub traseiro): compatibilidade com o padrão e número de velocidades.
  • Peso do ciclista + carga: se passa de cerca de 100 kg (ciclista + mochila/carga), priorize torque e, principalmente, freios melhores.
  • Terreno: plano/urbano tende a ir bem com hub dianteiro ou atrito; subidas íngremes e longas favorecem mid-drive pelo uso das marchas.
  • Objetivo: economia e simplicidade vs performance (subida forte, trilha, carga).
  • Facilidade de instalação: vai fazer sozinho ou em oficina? Hub traseiro e mid-drive geralmente pedem mais mão de obra.

Árvore de decisão (bem prática)

  • Prioridade é subir morro com constância? Olhe primeiro torque e mid-drive (ex.: CYC).
  • Prioridade é praticidade e remover quando quiser? Atrito (ex.: Boost/PikaBoost) costuma ser o caminho mais simples.
  • Prioridade é gastar pouco e aceitar pesquisa/checagem? Kit genérico (hub) pode funcionar, mas exige compra cuidadosa e revisão.
  • Quer algo leve para urbano/plano? Hub dianteiro (ex.: Swytch) costuma atender bem.

Quanto custa converter uma bicicleta em elétrica?

O custo real de conversão quase nunca é só “o kit”. Para estimar corretamente, pense em 3 camadas: kit + bateria, extras (principalmente freio e pneus) e mão de obra de instalação/ajustes.

1) Kit + bateria (faixas típicas no Brasil em 2026)

  • Swytch: cerca de R$ 1.800 a R$ 2.500 (estoque e importação variam).
  • Boost/PikaBoost: cerca de R$ 2.400 a R$ 3.200.
  • CYC: cerca de R$ 5.000 a R$ 8.000 (kit, sem contar upgrades robustos).
  • Genérico/universal: cerca de R$ 900 a R$ 2.500.

2) Extras obrigatórios (ou altamente recomendados)

Mesmo em conversões leves, vale separar orçamento para itens que aumentam segurança e reduzem dor de cabeça no dia a dia.

  • Freios: no mínimo revisão completa; em muitos casos, upgrade de pastilhas/discos e cabos. Se você vai aumentar velocidade média, freio vira prioridade.
  • Pneus e câmaras reforçadas: e-bikes sofrem mais com furos por peso e velocidade.
  • Iluminação e segurança: luz traseira/dianteira para uso noturno e chuva.
  • Itens de montagem: torque arm (especialmente em kits hub), abraçadeiras e proteção de cabos.

3) Mão de obra (instalação + ajustes)

Em oficinas, a referência de mercado para instalação e ajustes costuma ficar em cerca de R$ 300 a R$ 600 (varia por cidade e complexidade). Hub traseiro e mid-drive tendem a custar mais do que soluções plug and play.

Cenários de orçamento (total instalado)

  • Econômico: cerca de R$ 1.500 a R$ 3.000 (kit genérico + ajustes básicos e revisão).
  • Intermediário: cerca de R$ 3.000 a R$ 5.000 (Swytch ou Boost + extras comuns e possível mão de obra).
  • Performance: cerca de R$ 7.000 a R$ 12.000 (CYC + bateria maior + upgrades de freio/transmissão e instalação).

Autonomia real (não promessa de marketing)

Autonomia é o ponto em que marketing e vida real mais divergem. Mesmo com a mesma bateria (Wh), você pode ter resultados bem diferentes dependendo de: peso total (ciclista + bike + carga), subidas, vento, calibragem dos pneus, nível de assistência, quantidade de paradas/arrancadas e até piso molhado.

Uma regra prática usada em comparações é considerar consumo na faixa de 10 a 15 Wh/km (plano para mais pesado/morro) e aplicar um fator de realidade (por exemplo, multiplicar por 0,8) para perdas e variações.

Mini calculadora (texto)

Autonomia (km) ≈ (Wh da bateria / consumo em Wh/km) x 0,8

  • 300 Wh: (300 / 12) x 0,8 ≈ 20 km (faixa realista comum: 25 a 35 km dependendo do nível de assistência e terreno).
  • 500 Wh: (500 / 12) x 0,8 ≈ 33 km (faixa realista comum: 40 a 60 km).
  • 700 Wh: (700 / 12) x 0,8 ≈ 46 km (faixa realista comum: 55 a 80 km).

No clima brasileiro, vale também uma observação prática: calor e umidade podem reduzir o desempenho percebido e a autonomia em algo como 10% a 15% (especialmente se a bateria fica exposta, mal ventilada ou armazenada em locais muito quentes).

Instalação e segurança (obrigatório)

Converter a bike é relativamente simples em algumas categorias, mas os problemas mais perigosos são básicos: fixação ruim, cabos soltos e montagem sem revisão. Em velocidade maior, qualquer folga vira risco.

  • Onde dá problema: conectores sem vedação, cabo pegando na roda, roda/hub desalinhado, bateria mal fixada (balançando), controlador exposto a água.
  • Em kits por atrito: ajuste do rolo no pneu e calibragem do pneu – se patinar, perde eficiência e aumenta desgaste.

Depois da instalação, faça um “protocolo curto” antes de usar no trânsito.

  • Teste de freio: faça várias frenagens progressivas em local seguro antes de qualquer velocidade maior.
  • Revisão de aperto: confira porcas, parafusos e fixação da bateria.
  • Roteamento de cabos: prenda cabos longe de partes móveis e proteja pontos de atrito.
  • Hub: considere instalar torque arm para reduzir risco de o eixo girar no dropout.
  • Primeiros km: rode 2 a 5 km em baixa assistência, volte e reaperte o que for necessário.
  • Primeira semana: reaperto geral após 20 a 50 km e nova checagem de cabos/conectores.

Reforços que mais valem o dinheiro: freios (sempre), pneus (para reduzir furos) e, em mid-drive, atenção extra à corrente e ao cassete. Evite gambiarra elétrica em bateria, conectores e carregador – se você não tem ferramenta e experiência, o melhor caminho é instalar em oficina.

Comparativo por marca (Swytch vs Boost vs CYC vs genérico)

Swytch

Para quem é: uso urbano, iniciantes e quem quer um kit leve e discreto para deslocamentos mais planos.

Ponto forte: hub dianteiro leve, com opções de bateria na faixa de 90 a 360 Wh.

Limitação: torque baixo (em torno de 10 Nm) e desempenho mais fraco em subidas fortes e piso molhado.

  • Escolha Swytch se… seu trajeto é mais plano e você prioriza peso/portabilidade.
  • Escolha Swytch se… você quer evitar mexer na transmissão e manter a bike o mais original possível.

Boost (PikaBoost)

Para quem é: quem quer instalar e remover rápido e não quer trocar roda nem mexer no pedivela.

Ponto forte: solução por atrito, com instalação muito rápida e boa proposta de portabilidade para uso diário.

Limitação: eficiência menor (na faixa de 60% a 70% como benchmark de mercado) e tendência a aumentar desgaste do pneu em comparação com hub e mid-drive.

  • Escolha Boost se… você precisa de praticidade (por exemplo, levar para dentro de casa/escritório).
  • Escolha Boost se… você quer assistência em subidas leves sem mexer em cubo/cassete.

CYC

Para quem é: performance, subidas íngremes, trilha e/ou uso com mais peso, com disposição para manutenção e upgrades.

Ponto forte: torque alto (100 a 160 Nm) e ótima subida por usar as marchas (mid-drive), com faixa de potência bem acima de kits urbanos.

Limitação: custo mais alto e instalação mais complexa, com maior exigência de freios e componentes da transmissão.

  • Escolha CYC se… seu trajeto tem morros fortes e você quer manter desempenho consistente na subida.
  • Escolha CYC se… você aceita investir em instalação e fazer upgrades de freio/transmissão quando necessário.

Kit genérico/universal

Para quem é: orçamento curto e quem aceita pesquisar, checar compatibilidade e priorizar instalação/revisão segura.

Ponto forte: preço de entrada mais baixo (cerca de R$ 900 a R$ 2.500), com muitas combinações de bateria (frequentemente 360 a 960 Wh) e potência.

Limitação: variação grande de qualidade (principalmente bateria e controlador), garantia e assistência incertas, e maior risco de incompatibilidade.

  • Escolha genérico se… você vai comprar de vendedor confiável e consegue conferir roda/freio/cassete antes.
  • Escolha genérico se… você vai instalar em oficina e incluir torque arm e revisão de freios no orçamento.

Como funciona o kit de conversão de bicicleta elétrica?

O dispositivo pode ser instalado em menos de 30 segundos e pensa apenas três quilos. Além disso, o produto é plug and play, o que significa que não há sistemas a configurar; basta ligá-lo.

O dispositivo é prático de instalar e tem apenas 33 centímetros de comprimento, sendo assim,  cabe facilmente numa mochila quando não está sendo utilizado. Pode eventualmente ser instalado em bicicletas compartilhadas é compatível com qualquer bicicleta urbana.

Para aqueles que não podem viver sem dispositivos eletrônicos, o produto também tem uma tomada USB e pode ser recarregado em cerca de três horas.

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Outra tecnologia útil é uma placa de circuito que ajusta a velocidade do motor com base na frequência de pedalada do ciclista, para pedalar com uma velocidade controlada.

Existem três modos de auxílio proporcionados pelo conversor:

  • 1- O Roll voltado para com baixa resistência que ajuda sobretudo em subidas.
  • 2- O Cruise que mantém a velocidade introduzida nas pedaladas.
  • 3-  O Exercise que força os ciclista a pedalar mais e consequentemente a se exercitar com mais vigor.

O sistema é equipado com detecção de queda que utiliza acelerômetros e giroscópios para desligar a energia quando a bicicleta inclina mais de 45 graus. Também tem detecção de derrapagem que reconhece uma perda de tracção do pneu e desliga o motor em conformidade.

O dispositivo também tem uma luz na parte de trás que pode ser ligada para andar à noite, e tecnologia Bluetooth. Além disso, há também uma funcionalidade anti-roubo incorporada.

Perguntas frequentes sobre kit de conversão

1) Qual o melhor kit de conversão para bicicleta comum?

Depende do uso: para urbano/plano e peso baixo, Swytch (hub dianteiro) tende a atender bem; para praticidade e remoção rápida, Boost/PikaBoost (atrito) é forte; para subidas íngremes e desempenho, mid-drive como CYC costuma ser superior; para gastar menos, kit genérico (hub) pode funcionar com mais checagens e revisão.

2) Dá para instalar em qualquer bike (aro, freio, quadro)?

Nem sempre. Em kits hub, o tamanho da roda precisa bater (26, 27,5, 29 ou 700c) e o tipo de freio (V-brake ou disco) precisa ser compatível. Em hub traseiro, a compatibilidade do cassete/catraca e número de velocidades também pesa.

3) Quanto tempo leva para instalar um kit de conversão?

Varia pelo tipo: soluções por atrito (como Boost/PikaBoost) podem ser instaladas em menos de 1 minuto, enquanto hub geralmente leva de 10 a 20 minutos (hub dianteiro) a mais tempo quando há ajustes (hub traseiro). Mid-drive costuma exigir mais ferramentas e tempo de montagem.

4) Precisa trocar freio ao converter a bike?

Não é obrigatório em todos os casos, mas é altamente recomendado fazer revisão e, dependendo do ganho de velocidade média e peso total, investir em upgrade de pastilhas/discos ou até no sistema. Freio é o item que mais impacta segurança depois da conversão.

5) Qual a diferença hub dianteiro vs traseiro vs mid-drive?

Hub dianteiro é mais simples e comum no urbano, mas tem tração pior em subida e piso molhado. Hub traseiro tem melhor tração e sensação mais natural, mas pode complicar compatibilidade com transmissão. Mid-drive usa marchas, entrega melhor subida e eficiência, mas é mais caro e exige mais manutenção.

6) Posso usar kit de conversão na chuva?

O ponto crítico é vedação e roteamento de cabos/conectores, além de fixação da bateria e controlador. Em piso molhado, hub dianteiro tende a ter mais risco de perda de tração; revise pneus, freios e evite conectores expostos.

7) Quanto dura a bateria e como aumentar a vida útil?

A vida útil depende de ciclos de carga, temperatura e padrão de uso. Para ajudar, evite deixar a bateria em calor excessivo, faça fixação que permita ventilação e mantenha conectores protegidos. No dia a dia, a autonomia e desempenho podem cair com calor e umidade (algo como 10% a 15% de perda percebida).

8) Qual autonomia real para bateria de 250/300/500/700 Wh?

Uma referência prática é 10 a 15 Wh/km e aplicar fator 0,8: 300 Wh costuma cair numa faixa realista de 25 a 35 km; 500 Wh, 40 a 60 km; 700 Wh, 55 a 80 km (dependendo de peso, subidas e nível de assistência). Em ~250 Wh, espere autonomia menor e mais sensível a morros e vento.

9) Kit de conversão precisa de documento ou CNH?

Na prática, para rodar como bicicleta elétrica do tipo pedelec, costuma-se considerar limite de 250 W nominal e assistência até 25 km/h. Acima disso, você pode cair em exigências de ciclomotor (o que muda regras e responsabilidades). Se a sua compra for de alta potência (especialmente em mid-drive), vale checar a classificação aplicável antes de usar na via.

10) Kit genérico vale a pena? Quais riscos mais comuns?

Pode valer pelo custo de entrada, mas os riscos mais comuns são bateria/controlador de qualidade inconsistente, conectores sem boa vedação, falta de torque arm em hub e incompatibilidade com roda/freio/transmissão. Para reduzir risco: compre com especificação clara, instale em oficina e priorize freios e fixação correta.

11) Qual kit é melhor para subidas íngremes?

Mid-drive tende a ser superior em subidas longas e íngremes porque usa as marchas, e kits como CYC trabalham com torque alto (100 a 160 Nm). Para subidas leves, hub traseiro ou atrito (Boost/PikaBoost) podem atender, mas com limitações em inclinações mais fortes.

Se sua prioridade é praticidade no urbano, Swytch e Boost/PikaBoost costumam resolver bem; se o foco é subida e performance, mid-drive como CYC é o caminho; e se o objetivo é gastar menos, kits genéricos podem funcionar desde que você faça o checklist de compatibilidade e trate segurança (freios, cabos e torque arm) como parte do orçamento. Para entender melhor os conceitos de assistência e componentes, veja também como funciona uma bicicleta elétrica.

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