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Moto Elétrica iFood: Corte Até 70% em Custo de Rodagem

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Imagem: EkkoGreen

Atualizado em 09/01/2026. A “moto elétrica do iFood” ficou conhecida pelo projeto da EVS Work (Voltz) em parceria com o iFood, pensado para reduzir custo e emissões no delivery — principalmente em operação urbana. Se você está comparando opções além desse projeto (ou mora fora de SP), veja também nossa lista de moto elétrica barata para delivery, com alternativas à venda no Brasil.

Importante (status do programa): as informações públicas mais detalhadas sobre a EVS Work iFood são do lançamento (2021–2022). Ou seja: existiu pré-venda/piloto e operação inicial concentrada em São Paulo, mas não há comunicação pública consistente em 2024–2025 confirmando venda contínua e ampla no Brasil inteiro. Por isso, trate como programa específico e possivelmente regional, sujeito a pausas, mudanças de preço e regras.

Mobilidade, noticias iFood

Como conseguir a moto elétrica do iFood?

No lançamento, o iFood divulgou condições para entregadores parceiros comprarem a EVS Work iFood por cerca de R$ 10 mil (há fontes do próprio iFood com R$ 9.990,90 e R$ 9.999,90). Também foi divulgado subsídio de R$ 2 mil para as 300 primeiras unidades financiadas, mediante aprovação de crédito. Essas são condições históricas (2021–2022) e podem ter mudado.

Na prática, a “moto elétrica do iFood” não funcionou como uma venda aberta no varejo: havia regras de elegibilidade (perfil do entregador, volume de rotas, avaliação etc.) e foco regional. Se você quer checar se existe compra/adesão ativa hoje, o caminho mais seguro é confirmar diretamente nos canais oficiais do iFood/Voltz.

Economia: em materiais e notícias do período, o iFood estimou mais de 60% de economia em combustível com a moto elétrica; e reportagens citam testes com redução de até 70% em manutenção. Isso é estimativa baseada em testes/cenários — não uma promessa para todo mundo, porque depende de km rodado, tipo de rota, preço local de gasolina/energia e manutenção.

Bruno dos Santos, entregador parceiro da plataforma, relatou uma economia ainda maior no uso diário (relato individual):

“Uma moto que não tem relação [corrente, pinhão e coroa], não tem óleo, não tem filtro, não tem vela e não tem gasolina? Não tem como um negócio desse ser ruim. Eu economizo, em relação à que eu tinha, uns 70% ou até 80%.”

Contexto no Brasil (2025-2026)

A EVS Work iFood foi divulgada como um projeto de eletrificação do delivery com foco inicial em São Paulo, usando troca de baterias em rede parceira (Postos Ipiranga). Desde então, o mercado brasileiro ganhou iniciativas parecidas (incluindo modelos de aluguel/assinatura com swapping anunciados por outras empresas), além de várias scooters e motos elétricas “de entrada” vendidas no varejo. Como não existe uma atualização pública contínua e nacional do projeto iFood + Voltz, vale comparar com opções que você consegue comprar/usar na sua cidade.

💡 Quer comparar as opções mais acessíveis de duas rodas elétricas?

Veja os modelos “baratos” mais buscados no Brasil, com faixas de preço, autonomia típica e dicas para escolher para delivery:

Moto elétrica barata: guia completo

Bateria como serviço

O diferencial do projeto foi o modelo de bateria como serviço: além de recarregar em tomada comum (o iFood citou carga em até 6 horas), o entregador poderia trocar a bateria rapidamente em pontos autorizados. A autonomia divulgada para o conjunto com duas baterias foi de 100 a 180 km (dado de projeto/fabricante).

As baterias desse modelo são removíveis, então podem ser recarregadas em qualquer tomada. Por isso, uma opção oferecida no lançamento foi comprar a moto sem a bateria e aderir a um plano de assinatura para fazer troca nos pontos autorizados durante o trabalho (o que também ajuda a reduzir a preocupação com degradação de bateria ao longo do tempo).

“A troca leva um minuto”, comenta Lucas. “Será a primeira vez que vamos vender a moto sem bateria, para democratizar o acesso.”

moto elétrica ifood

Os planos divulgados no lançamento (SP) foram de R$ 129/mês para quem roda até 2.000 km e R$ 319/mês para quilometragem/trocas ilimitadas. Atenção: são valores de 2021–2022 e podem ter sido reajustados ou até descontinuados conforme a fase do programa.

Sobre infraestrutura: a meta divulgada foi chegar a 100 pontos de troca em Postos Ipiranga na cidade de São Paulo, com operação 24h. Porém, reportagem mencionou que, em determinado momento após o início, havia 33 totens em 19 unidades em funcionamento. Ou seja, rede e disponibilidade dependem de implantação local e podem variar com o tempo.

Autonomia real para entregas (o que esperar no dia a dia)

Para delivery, a autonomia “real” costuma ficar abaixo do número máximo divulgado, porque há arranca-e-para, trânsito, subidas, vento, peso do piloto + mochila/carga e velocidade média mais alta em vias rápidas. Como referência prática, é comum considerar a EVS Work iFood mais perto de 100–140 km por ciclo em uso intenso (estimativa editorial), embora o projeto cite 100–180 km em condições ideais.

Como isso encaixa na rotina:

  • Até ~100 km/dia: tende a dar para trabalhar com uma carga/troca (dependendo da rota e do peso).
  • 150–250 km/dia (turno longo): provavelmente exige 1–2 trocas ao longo do dia (se houver totem na sua área) ou uma parada maior para recarga.
  • Sem pontos de troca perto: você fica dependente de recarregar em casa/garagem — e aí o “tempo parado” vira parte do planejamento.

Quanto custa rodar no delivery (simulações em R$ por mês)

Abaixo vai uma simulação simples para comparar “energia x gasolina”. Ela serve para ter ordem de grandeza (não é promessa), porque o custo real depende do seu km/mês, tarifa de energia e preço da gasolina.

Cenário (estimativa)3.000 km/mês5.000 km/mês
Moto a gasolina (≈ R$ 0,15/km)≈ R$ 450/mês≈ R$ 900/mês
Moto elétrica recarregando na tomada (≈ R$ 0,02/km)≈ R$ 60/mês≈ R$ 100/mês
Moto elétrica com plano “ilimitado” de bateria (valor histórico iFood/Voltz)≈ R$ 319/mês≈ R$ 319/mês

Leituras rápidas dessa tabela:

  • Em km alto (ex.: 5.000 km/mês), só em “combustível/energia”, a diferença entre gasolina (~R$ 900) e o plano ilimitado (~R$ 319, valor histórico) pode dar ~R$ 581/mês.
  • Se você recarrega na tomada e mantém custo perto de R$ 0,02/km, a economia tende a ser ainda maior — mas você assume a gestão/vida útil da bateria.
  • Quando entra manutenção, a economia total pode aumentar (há referências de até ~70% menos manutenção em elétricos por terem menos itens como óleo, filtros e velas).

Como referência recente de mercado (não é do iFood): um estudo divulgado em 2024 apontou que, para entregadores rodando 5.000 km/mês, o gasto com gasolina pode ficar perto de R$ 900/mês e a economia total com moto elétrica (combustível + manutenção) pode chegar a até R$ 1.400/mês em certos cenários. Use isso como benchmark, não como garantia.

Limitações práticas (o que pode atrapalhar)

  • Disponibilidade/continuidade: como a maior parte dos dados é de 2021–2022, pode haver mudança de regras, preços ou pausa do programa sem grande divulgação pública.
  • Restrição geográfica: o modelo de troca de bateria depende de rede local (o foco inicial foi SP).
  • Infraestrutura: sem totem próximo, você volta para a recarga em tomada e precisa planejar a rotina.
  • Autonomia variável: carga, relevo, trânsito e estilo de pilotagem reduzem a autonomia.
  • Crédito/financiamento: subsídios e condições dependem de aprovação (quando disponíveis).
  • Regras de trânsito: moto elétrica desse porte exige CNH A e emplacamento, como uma moto comum.

Os leitores também perguntam:

Esse modelo é vendido no Brasil hoje?

O projeto da EVS Work iFood (Voltz + iFood) existiu e teve pré-venda/implantação inicial (com foco em SP) em 2021–2022. Em 2024–2025, não há uma comunicação pública contínua que comprove venda ampla e ativa no Brasil inteiro. A recomendação é confirmar a disponibilidade e as condições atuais diretamente com os canais oficiais do iFood e/ou da Voltz.

Quanto uma moto elétrica gasta por km no delivery?

Como estimativa de mercado para motos/scooters elétricas urbanas, o custo de energia pode ficar em torno de R$ 0,02 por km, mas isso varia com tarifa de energia, consumo do modelo e seu uso (peso, relevo e trânsito). Se você usar plano de bateria/troca, o custo passa a ser a mensalidade do plano (quando disponível).

Qual a autonomia da moto elétrica do iFood para entregas?

O projeto divulgou autonomia de 100 a 180 km com duas baterias (valor de fabricante/projeto). Em delivery pesado, é comum a autonomia real ficar mais perto de 100–140 km por ciclo, dependendo de trânsito, subidas, velocidade e carga. Por isso, quem roda 150–250 km/dia pode precisar de 1–2 trocas de bateria (se houver totem na região) ou recarga planejada.

Se você quer uma alternativa que não dependa de programa regional, compare agora com outras opções do mercado: moto elétrica barata (guia completo).

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