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Absorvente Biodegradável BioAbs: 6 Meses vs 100 Anos Lixo

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Meio Ambiente, noticias Campinas

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⚠️ Atualização importante (2026)
Este conteúdo faz parte de uma atualização editorial do EkkoGreen. As informações abaixo foram incorporadas e aprofundadas no nosso guia completo sobre economia circular, onde reunimos conceitos, exemplos práticos e aplicações reais sobre redução de resíduos, reutilização de materiais, reciclagem e novos modelos de produção e consumo.

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Conteúdo atualizado em janeiro de 2026.

Um absorvente 100% biodegradável, que leva entre três a seis meses para se decompor, foi o resultado de um trabalho de conclusão de curso (TCC) feito em uma Escola Técnica Estadual (Etec) em Campinas.

As alunas, Alexa, Aline, Clara e Flora do terceiro ano do curso técnico de Meio Ambiente integrado ao Ensino Médio da Etec Conselheiro Antônio Prado foram as responsáveis pela nova alternativa sustentável, que visa reduzir o impacto ambiental causado pela degradação dos absorventes femininos na natureza .

Os testes feitos com o BioAbs confirmaram que o absorvente 100% biodegradável cumpre a mesma função dos convencionais com toda segurança de sua matéria-prima natural

Diferente dos absorventes convencionais que são altamente poluentes e levam cerca de 100 anos para de decompor, o absorvente 100% biodegradável Bioabs se desintegra em apenas seis meses.

O TCC que já levou o segundo lugar no Prêmio Inovar Solvay Rhodia, rendeu ainda a aprovação unânime de 153 alunas da escola que provaram o produto, as quais 83% afirmou que usaria o novo absorvente e 17% disseram que talvez apostasse na versão biodegradável.

Como é Feito o Absorvente 100% Biodegradável

Meio Ambiente, noticias Campinas

O BioAbs, nome dado à inovação das brasileiras, é feito com algodão, amido de milho e bucha vegetal; sem nenhum tipo de plástico ou químico em sua composição.

Além disso, os testes feitos com o BioAbs confirmaram que o absorvente 100% biodegradável cumpre a mesma função dos convencionais com toda segurança de sua matéria-prima natural, oferecendo muita maleabilidade e absorção.

Para substituir os aditivos químicos que trazem fragrância e eliminam odores, as estudantes utilizaram no BioAbs substâncias naturais como óleo de alecrim (Rosmarinus officinalis) e ácido cítrico, que também são bactericidas e fungicidas.

Impacto dos absorventes convencionais

Além do absorvente 100% biodegradável, já existem coletores, absorventes de pano reutilizáveis e até calcinhas absorventes
Alternative herbal set with reusable product for female hygiene on pastel background. Flat lay style.

Com consumidores cada vez mais antenados às questões ambientais, inúmeras empresas já garantem propostas alternativas para evitar o uso dos absorventes, que demoram anos para se decompor.

Entre essas alternativas, além do absorvente 100% biodegradável, já existem coletores, absorventes de pano reutilizáveis e até calcinhas absorventes.

Apesar disso, a procura pelos convencionais ainda é grande, visto a praticidade e valor mais acessível. Diante disso, o BioAbs pode ser uma proposta bem interessante, já que os materiais e o processo de produção são bem simples, o que pode facilitar seu acesso.

Além disso, muitas consumidoras não possuem conhecimento a respeito do impacto ambiental causado por um simples absorvente.

Vale ressaltar, que assim como as sacolas, canudinhos e garrafas, os absorventes são grandes vilões do Meio Ambiente.

Além de a decomposição durar um século, esses elementos possuem aditivos químicos que podem contaminar o solo.

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Equipe de Cidades

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A Equipe de Cidades do Portal Ekko Green cobre a interseção entre urbanismo e meio ambiente: arquitetura sustentável (bioconstrução, BIPV, telhados verdes, casas container, casas passive house), planejamento urbano de baixa emissão, biodiversidade urbana, parques e corredores verdes, mobilidade ativa, gestão de resíduos urbanos e adaptação climática de cidades. Acompanhamos políticas municipais, projetos de retrofit, certificações LEED/AQUA-HQE no Brasil, e iniciativas internacionais aplicáveis ao contexto brasileiro. Mira urbanistas, arquitetos, gestores públicos e cidadãos engajados.