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Moto Elétrica Africana Custa Menos Que Uma Honda Pop

A empresa Roam, formada pela parceria entre suecos e quenianos, lançou uma moto elétrica de baixo custo e preço acessível.

Roam apresenta modelo inédito com 200 km de autonomia e diz que pretende vender suas motocicletas fora da África

Um dos grandes desafios por trás de veículos elétricos, é tornar a produção mais barata e consequentemente deixar os carros e motos mais em conta, para quem está comprando. 

Com isso em mente, a fabricante de motos Roam, que é fruto da parceria entre suecos e quenianos, foi atrás do desafio de baratear o custo. Inclusive, a sua primeira moto de produção acabou sendo revelado e já nasce com o conceito estabelecido de ser um veículo elétrico para as massas. 

moto elétrica africana

A empresa, embora um tanto quanto desconhecida do grande público, já havia chamado a atenção do mercado global. Muito por conta de aparecer na famigerada listas das 100 empresas mais influentes de 2022, pela conceituada revista Time.

Para ter um ideia do quanto esse fato foi importante, figuram na listas nomes como: Amazon, Microsoft, Pfizer, Apple entre outras de mesma importância. Devido a toda essa publicidade, a Roam recebeu inúmeros investimentos ao longo do primeiro semestre de 2022.

Mobilidade, noticias Africa

Devido a esses grandes investimentos, a empresa conseguiu dar vida a 150 protótipos de motos para serem usadas em outros países africanos como: Congo, Nigéria, Gana, Uganda e Quênia. Dessa forma, essa é a primeira oportunidade que a moto ficará disponível para que o público geral tenha acesso e possa adquirir.

Desempenho

O novo modelo de moto elétrica da marca ainda é bastante rudimentar, em termos práticos. Entretanto, o foco da marca não está em entregar um desempenho acima da média ou uma pilotagem super afiada. Muito pelo contrário.

Mobilidade, noticias Africa

O foco da empresa é trazer uma excelente relação de custo-benefício, trazendo uma opção mais em conta que modelos correspondentes movidos a combustão. 

Inclusive, algumas alterações foram trabalhadas com relação ao protótipo original. O modelo passou a ter agora duas baterias, enquanto antes havia apenas uma. E toda estrutura que se assemelhava a uma bicicleta foi reformada a fim de garantir peso extra sobre a moto.

Anteriormente, o motor elétrico ficava abaixo das baterias, na nova atualização passou a ficar atrás, mas próxima ao braço oscilante, o que gera maior tensão na corrente, independente do movimento da suspensão.

Com a dupla de bateria, foi possível subir de 100 km para 200 km de autonomia. Entretanto, ainda estará disponível uma versão com com uma bateria apenas, com autonomia de 100 km. A velocidade máxima do modelo é de 90 km/h.

As motos elétricas começam a ser vendidas ainda este ano

A expectativa da marca é lançar o modelo até o final de 2022. Exclusiva para o mercado africanos, os modelos custarão US$1,5 mil (cerca de 7,8 mil reais) para o modelo com uma bateria, e o com duas baterias custará US$2 mil (cerca de 10,4 mil reais na cotação atual).

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